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20/06/2011

Mudança de estratégia

Os tomates cereja que semeei há cerca de 1 mês e meio não evoluíram muito... não sei o que fiz de errado, mas se nos primeiros dias cresceram bem, depois não passaram daí...
Como sabem, eu não percebo nada de horta, por isso tenho recorrido à internet para aprender. A questão é que existe muita informação, por vezes contraditória. Mas hoje encontrei uns vídeos de uma pessoa que já há alguns anos que cultiva muitas coisas, principalmente tomate e ele usa técnicas diferentes. E decidi mudar a estratégia com os tomates cereja. Como podem ver, ao fim deste tempo, eles continuavam quase na mesma:
Assim, e seguindo as indicações do Ray, decidi transplantar os pequenos pés de tomate para vasos (pequenos, mas mais fundos que as caixas de ovo). Para tapar os buracos dos vasos e evitar que a terra fuja, coloquei um pedaço de tecido (um retalho desta carteira):
Cobri o fundo com uns 2 ou 3 cm de terra misturada com húmus de minhoca (vinham três misturadas...) e coloquei os pequenos pés de tomate
E cobri os caules com a mistura de terra e húmus até quase às folhas. E é aqui que está a questão... o Ray diz que se o caule estiver enterrado vai, todo ele, criar raízes o que vai tornar a planta mais forte. Isto deverá fazer com que o tomateiro cresça, fique com o caule e as folhas mais fortes (o que não aconteceu até agora).
Aqui estão os dois vasinhos. Se correr como esperado, em breve terei de os mudar para vasos maiores.
Fiz o mesmo com os pimentos padrão, não sei se resulta...
Sempre atenta ao crescimento na Varanda, está a E-nome. E sempre que me apanha distraída aparece com o focinho cheio de terra... Não tenta comer nada a não ser a terra!
Quanto ao tomateiro que plantei no início desta aventura, podem ver como o meu tomate (sim, por enquanto é o único) cresceu:
Este é o aspecto da Varanda:
Podem ver as alfaces (que também não estão a ter grandes resultados), erva cidreira, erva de caril (cheira mesmo a caril), malaguetas (ainda verdes e a precisarem de ser transplantadas), tomilho, tomilho-limão, arruda, manjericão, hortelã, pimentos, a rúcula (que já provei e é deliciosa, bem picante), o tomateiro, o vaso que parece só ter terra, tem coentros semeados. Sem ter nada a ver com a horta, está um vasinho com uma suculenta.

15/05/2011

Alimento para a alma

Porque nem só de alface se alimenta a alma, deixo aqui algumas fotos com jardins inspiradores e originais.
Estas encontrei aqui:
Do blog Purple area:
E este autocarro, não está genial?
E este jardim / horta vertical, não é óptimo para quem tem pouco espaço? As instruções para fazer um igual estão aqui: Entretanto, os meus tomate cereja, ao fim de 6 dias já estão assim:
E a rúcula também já começa a emergir da terra.

Este fim de semana, por iniciativa do Movimento Verde Alfacinha, estão a decorrer, no Parque Eduardo VII e na Avenida da Liberdade, uma série de iniciativas, desde workshops, palestras, mercado biológico, feiras de artesanato e de velharias. E eu não podia deixar passar o workshop de hortas biológicas, e lá fui eu. Gostei muito!
Aprendi bastante sobre compostagem, plantei uma erva à escolha. Escolhi a Arruda, com um cheiro forte e pouco agradável, por servir como repelente de insectos (apesar de também dizerem que afasta a inveja e o mau olhado :D), sendo que também tem efeitos abortivos, pelo que se tem de ter muito cuidado se decidirmos utilizar na culinária (eu vou usar apenas para afastar os insectos da varanda).

[Foto da Wikipedia]

E ainda trouxe dois vasinhos, com tomilho e tomilho-limão.
Tenham uma boa semana!

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